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Professores representam o Unifeg na reunião do Comitê das bacias hidrográficas dos Rios Mogi-Guaçu e Pardo

10/02/2010 - Carlos Alberto - Assessor de Imprensa - assessoriaimprensa@unifeg.edu.br

Renato, Malu, Ana Cristina e Isabel assistiram ao evento ocorrido no Teatro Municipal de Guaxupé, no último dia 5

Os professores Renato Tadeu Veroneze, Isabel Ribeiro do Valle Teixeira, Ana Cristina de Souza Serrano Mascarenhas e Malu Alves de Souza participaram de um encontro regional organizado pelo Comitê da Bacia Hidrográfica de Afluentes Mineiros dos Rios Mogi-Guaçu e Pardo. O evento aconteceu no último dia 5, no Teatro Municipal de Guaxupé e teve como principal objetivo encontrar soluções para os problemas das águas pertencentes aos dois rios mencionados.

A reunião contou com a participação de líderes de diferentes entidades de Guaxupé e região. Com uma extensa programação, o encontro começou de manhã e só terminou no final da tarde daquela sexta-feira. Entre várias questões, discutiu-se a situação das águas que integram o circuito Mogi-Guaçu e Pardo, os métodos adequados para preservação e as formas mais eficazes de despoluição das nascentes.

Coordenadora do curso de Ciências Biológicas no Centro Universitário da Fundação Educacional Guaxupé, a professora Isabel enalteceu a importância de um evento desta natureza: "é importantíssima a existência de um comitê para discutir a utilização e o manejo dos rios que compõem a nossa bacia hidrográfica. O fato de ter uma audiência desta para a população, que vai expor tanto os problemas quanto os diagnósticos, assim mesmo como as propostas, é muito interessante. Seria bom se mais gente da população guaxupeana pudesse discutir e ter conhecimento sobre tudo o que se discorre aqui", opinou ela.

Pertencente à área de Serviço Social, o professor Renato Veroneze manifestou-se: "vemos que a questão da ecologia (ou a falta dela), principalmente relacionada às bacias hidrográficas, causa problemas sociais. A poluição e a industrialização provocam grandes mazelas sociais. Então, é algo que vai culminar em sérios problemas de saúde e isto vai acarretar dificuldades à administração pública. Por isto, fazer um diagnóstico da situação é bom para que a gente veja a problemática que há dentro do Município", analisou o educador.

Respectivamente especialistas em Direito e Psicologia, Ana Cristina e Malu salientaram a necessidade de o público participar ativamente do evento: " é muito importante que as políticas públicas sejam, de fato, acessíveis ao conhecimento do povo. Para a população local, é uma oportunidade única de se conhecer como é feita a gestão de um recurso hídrico", comentou a primeira. " É um evento que basicamente acontece em lugares diferentes e agora está ocorrendo aqui, em Guaxupé. Então, nós estamos todos atentos, pois precisamos nos ater à qualidade da nossa água, seu grau de contaminação e outros aspectos mais", completou a segunda.

O Rio Pardo

De acordo com o presidente do Comitê, Antônio Carlos Sales, a situação do Rio Pardo não é tão drástica quanto se comenta, embora haja sim um grande índice de poluição: "a verdade é temos uma notícia muito boa para todos do Sul de Minas: o Rio Pardo está menos poluído do que outros, ressalvando o seu nível de poluição, é claro. Então, estamos procurando revitalizá-lo totalmente. Por isto, é importante estarmos todos juntos aqui para cada vez mais lutarmos em prol da despoluição, do tratamento de esgoto e outras preservações", disse ele.

Antônio Carlos presidiu a mesa diretora composta por ele, além do prefeito de Guaxupé, Roberto Luciano Vieira, o presidente da Câmara, vereador Jorge Batista Bento, o presidente da Cooxupé, Carlos Alberto Paulino da Costa, a presidente do IGAM, Luiza de Marillac, o vice-presidente do Comitê, Rodopiano Marques Evangelista, o representante do Ministério Público, Dércio Cardoso Guimarães e o 2º secretário do Comitê, Hélio Antônio Scalve.

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